O clichê.

>Queridos,

Hoje pretendo discorrer sobre o clichê. O que vem a ser clichê?
Com a ajuda do nosso conhecido wikipédia vou registrar uma breve explicação:

“Uma idéia relativa a algo que se repete com tanta frequência que já se tornou previsível dentro daquele contexto.”

Mas, ultimamente, tenho me deparado com o clichê tão freqüentemente que me pergunto se eu estou errada de tentar não ser clichê.
Imaginem aquelas pessoas que se decepcionam com outras e dizem que não vão mais se relacionar com ninguém… ainda aqueles viciados que dizem que amanhã vão parar com a bebida, com o cigarro e etc… pior, os que acreditam que a vida é uma mudança constante.
Frases feitas acabam por massificar ainda mais o coletivo e todos vamos na onda da auto-ajuda, do dia melhor amanhã, da mudança, do crescimento, do desenvolvimento, enfim… das melhoras e melhorias e melhoramentos relativos à uma vida CLICHÊ.
É só mais um dia, é só mais uma manhã, um trabalho, um café, um cigarro…
É só isso e tem gente que acredita que um grande amor muda tudo. É só isso e tem gente que acredita que um grande emprego muda tudo. É só isso e tem gente que acredita que AMANHÃ tudo vai ser diferente.
Mas eu não vou me dar ao luxo de ser injusta. Nesses casos, esses ‘esperançosos’ do futuro merecem as minhas congratulações. Porque ainda acreditam que alguma coisa nesse mundo medíocre e pode mudar. Mas aí eu me pergunto? Isso é esperança mesmo? Ou não seria a prova da fraqueza humana que não consegue admitir que o mundo é de onde está pra pior? Olha que frase clichê.

Surpreenda!

Beijos franceses*

Anúncios

One thought on “O clichê.

  1. >Minha amiga G Lou ria:"A pior forma de matar um homem é matar-lhe os sonhos…"Clichê, né?Creio que tudo é uma questão de resiliência. Da forma como encaramos o aprendizado do ontem e aplicamos no hoje. O amanhã, no caso, seria mera consequencia dessa equação.Mas discordâncias são naturais entre seres pensantes.Lou Salomé, discipula de Nietzsche, vivia discordando dele. Dizia que ele era muito clichê.Mas, me diga com toda a sinceridade: Quem ficou para a História? Nietzsche ou Lou Salomé?Clichês são necessários, pois são a linguagem popular da vida. Mas, às vezes, estamos tão preocupados em encontrá-los em entrelinhas, que nem nos damos conta da importância deles.Gde abraço, João Boscotzschie.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s