Nem eu, nem você!

Aeeee leitores queridos e ávidos ou nem tanto pelos meus posts nesse humilde blog…

Hoje tenho um assunto complexo para colocar em nossas cabeças pensantes, fervilhantes e malucas pelo menos a minha é, e muito.

Bom, li em lugar aleatório que alguém havia procurado nas religiões algumas respostas para grandes tristezas que a vida lhe *proporcionara. A perda de um ente querido ou o fim de um relacionamento, não importa o que aconteceu exatamente… O que quero aqui é jogar uma batata quente pro alto, porque as minhas mãos estão queimaaaaando… Tssss!

Leitores ilustres, sei que alguns de vocês são praticantes de determinadas religiões e eu não vejo problema algum em ter suas opiniões registradas aqui. Lembro que todos os comentários devem ser feitos com todo respeito, já que eu sou a anfitriã desse babado, tenho que organizar a casa né?

Começo discorrendo sobre a minha experiência com uma religião específica, o Cristianismo… Hoje eu não faço qualquer crítica aos que buscam o entendimento do Divino nas religiões, mas não acredito que eles encontrem o que procuram por lá. Tenho fé e acredito que isso seja diferente de ter ou seguir uma religião. Nunca fui fundamentalista, fora quando eu era praticamente obrigada a ser por causa da família. Hoje eu tenho um certo respeito por quem não segue o conselho do ET Bilú (quem ainda não ouviu suas sábias palavras clique aqui), apesar de não concordar… Respeito sim, pois imagino o *deserto intelectual ou emocional que essa pessoa pode estar passando pra buscar algo de forma tão empírica.

E, para tentar ajudar no desenvolvimento do assunto (tomara que tenha algum) vou ainda deixar uma reportagem que li na Folha e que me fez lamentar pela forma como ainda nos surpreendemos com as situações que a vida nos coloca.

O que eu li me fez concluir que é ridículo como esse tipo de notícia ainda é novidade atualmente. Adoraria que um raio alumiasse as cabeças fundamentalistas dos religiosos e dos não-religiosos também e os fizesse entender como são desnecessários e grandiosos ao mesmo tempo. Que o formato da sua religião ou igreja é o que menos importa. Infelizmente esse tipo de instituição aparece que nem pipoca no Brasil pra atrair o maior número de público possível sem que saibamos quais as suas reai$ intenções, mas se o o que importa é o que interessa, vamos ao que direi em seguida…

Em um filme, que assisti algumas vezes, tive a grande sacada da fé na minha vida… Tudo que ouvi era que Deus (seja lá quem Ele é ou representa pra você) não precisava de prédios ou templos ou qualquer tipo de ritual para se fazer presente nas nossas vidas e, num momento de suspense do filme, uma moça falava com a voz distorcida a frase que mais me chamou atenção no filme todo, “O mensageiro não é importante“…

Amigos, leitores, amores… Tudo que quero é que as nossas mentes se voltem pra o que realmente importa na vida. Seja sua família ou seus amigos ou ainda o seu sucesso profissional. Faça valer a pena, faça acontecer, mas deixe que as coisas tomem o seu próprio curso sem sofrer por isso. O seu Deus, seja quem for, vai fazer o melhor por você. Afinal ele deve ser agradecido por você, figura ilustre, o adorar. Só não se ligue em convenções porque elas só servem pra uma coisa… Convencionalizar!

Mas, vai que nem eu nem você estamos certos e fazemos parte da Matrix, né?

Eu sei que esse é um tema complexo, mas quem estiver afim de conversar sobre, aqui tem um espaço enooooorme!

À vontade.

=*

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3 thoughts on “Nem eu, nem você!

  1. Aos que não me conhecem, deixe-me que eu me apresente (pra que não me chamem de ignorante, burro ou similares, após eu dar MINHA visão das coisas):
    Sou devoto de Nossa Senhora, católico, heterossexual e amante do velho e bom Rock&Roll .
    Tenho seis artigos publicados em revistas de renome nacional sobre Simulação Computacional, Pesquisa Operacional, Empreendedorismo e Marketing Estratégico.
    Minha visão de mundo é obtida após embasar os dados em metodologia científica (quer seja Poperriana ou mecaniscista mesmo). Em suma: Sou inteligente o bastante pra afirmar que o mundo somente pode ser entendido sob a Lógica Fuzzy, que busco entender cotidianamente…
    Minha opinião, agora:

    Ninguém pode ser obrigado a acreditar ou a desacreditar.
    O grande problema, em minha opinião, é que a “Moda de ser Ateu” gerou a criação de uma leva de pastores do ateismo. Sim: Pastores do Ateismo. Paradoxal, né?
    Tais pastores do ateismo, quando descobrem que o não -crer é impossível, criam religiões embasadas nas SUAS convicções.
    O NOVO, para eles, é sempre melhor que o tradicional.
    Ninguém pode ser obrigado a acreditar ou a desacreditar, reitero. Mas tratar a crença como instrumentos de nulidade intelectual já atesta quão “certos” eles estão…
    Tenho amigos protest… Quer dizer “Evangélicos”. Tenho amigos ateus. Tenho amigos Gays. Tenho amigos que curtem JAZZ e não gostam de Rock. Tenho amigos cujas crenças são diferentes das minhas. Por isso amo a todos eles, pelo simples fato de nos respeitarmos.
    O que eu acho, pra finalizar, é que TODOS TEM RAZÃO no que acreditam e no que não acreditam. Só não tem razão aqueles que procuram fazer lavagem cerebral, usando lógica ou fé…

    Grande texto, Glorinha. Como sempre.

  2. Sou formado na área de exatas, mais precisamente na área de Engenharia Mecânica, e diante disso, minhas convicções estão baseadas em boa parte pela descobertas científicas, através do já comentado metodologia científica. Claro que não é a forma mais completa de descobrir os fenômenos da natureza, mas muito do que já conseguimos de progresso e tecnologia foi em boa parte, através de pessoas que utilizaram dessa “ferramenta”.

    Mas sobre o assunto em si, já “peregrinei” por algumas das religiões tradicionais: católica, protestante, espírita e budista. E todas elas, eu encontrei algumas respostas, mas nenhuma delas me saciou na totalidade de perguntas que tinha e ainda possuo, O problema que vejo nas religiões, além dos fatores humanos, tais como: corrupção, ganância, mentiras, etc; a arrogância, sem exceção, de se acharem donas da verdade plena. Isso eu vejo na figura de alguns cientistas ateus, mas a própria ciência ensina que não existes verdades absolutas, dogmas.

    Estudo religiões, assim como leio artigos científicos, e procuro de alguma forma construir uma visão própria de mundo. Já fui de debater com fundamentalistas, mas vi que estava caindo na mesma armadilha da arrogância. Tenho amigos protestantes, agnósticos, místicos, aos quais já tive prazerosas discussões sobre ciência e misticismo, etc. Atualmente apenas discuto sobre esse religião se a pessoa pergunta a minha opinião e se percebo que o interlocutor possui uma mente capaz de manter um diálogo amigável. Caso contrário, encerro assunto, mesmo que a outra pessoa, no alto da sua ignorância, acredita que tenha vencido, rs.

    O importante é respeito mútuo, principalmente em assuntos de caráter tão pessoal.

    Ótimo texto Glória.

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