Por acaso você sabe com quem está falando?

A moda dos desprezíveis

Olá, tudo bem?

Pois é amigos, eu acreditava que o próximo post desse empoeirado blog seria algo mais propício para a época, mas, como ainda falta MUITO pra vida ser do jeito que a gente quer, vou despejar aqui uma última experiência “natalina”.

Um certo indivíduo, possivelmente não satisfeito com a sua própria vida, resolveu me abordar na rua e me interpelar como se toda a autoridade do mundo estivesse em seu poder. Perguntando sobre diversos assuntos, ele procurava sempre os direcionar para a minha pessoa. Lógico que as perguntas eram completamente pessoais e eu não conseguia entender onde, exatamente, a conversa iria desembocar.

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O perigo de generalizar…

Quando afirmamos que o poder judiciário é corrupto, ofendemos os juízes e os magistrados honestos, englobados pela generalização da regra que formulamos. O certo, talvez, seja se dizer que o poder judiciário corre o risco de ser julgado assim, se os juízes e os magistrados honestos e fiéis, não fizerem alguma coisa para nos mostrar que são maioria. (ou minoria vitoriosa).

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Auto-ajuda…

Ok, ok meus leitores, eu mereço vááárias chamadas nada delicadas por deixar todos vocês sem meus malucos pensamentos e estou aqui para receber todas as 50 chibatadas! Apesar de tal castigo, gostaria de compartilhar um pensamento com vocês, hoje…

Eu estava fuçando todas aquelas novidades que apareceram hoje no facebook quando percebi a quantidade que a maioria das publicações que eu acompanhava tinham um “quê” de auto-ajuda. Sempre citando exemplos de superação, sempre com palavras estimulantes, entre outras coisas… Então eu, que nunca morri de amores por essa corrente literária, me deparei com um sem número de conteúdo desse tipo.

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Você é brasileira, use seu charme.

Leitoras e leitores ilustres deste humilde blog, hoje pretendo discorrer sobre um tema que muito me inquieta e com o que tenho visto atualmente creio que devo me manifestar… Hoje, falo especialmente para as leitoras, sim, AS LEITORAS!

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Uma homenagem ao contraste!

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Como gostar de um lugar onde o povo não aprendeu a ser cidadão, onde os eleitos se furtam a cuidar da pólis, que pensa que só porque é maior e mais rico é melhor do que o resto do país, que insiste em se afirmar como reserva moral e guia econômico dos outros estados, que acredita piamente ter sido incumbido de uma missão divina de guiar o Brasil para o seu futuro, que tem ostenta em sua bandeira “Non Ducor Duco” (Não sou conduzido, conduzo)? Uma cidade que joga para longe os pobres, traz para perto os endinheirados, bate na sua população de rua, espanca homossexuais e ainda reclama da selvageria que ocorre além de Queluz?
O “paulistanismo” funciona como uma espécie de seita radical para os seus adeptos. Mesmo as pessoas mais calmas viram feras, libertando uma fúria bandeirante que parecia, historicamente, reprimida dentro do peito. Logo após a fundação da vila de São Paulo de Piratininga, José de Anchieta, com a ajuda de índios catequizados, ergueu um muro de taipa e estacas para ajudar a mantê-la “segura de todo o embate”, como descreveu o próprio jesuíta. Os indesejados eram índios carijós e tupis, entre outros, que não haviam se convertido à fé cristã e, por diversas vezes, tentaram tomar o arraial, como na fracassada invasão de 10 de julho de 1562. Ao longo dos anos, a vila se expandiu para além da cerca de barro, que caiu de velha. Vieram os bandeirantes, que caçaram, mataram e escravizaram milhares de índios sertão adentro. Da África foram trazidos negros, que tiveram de suportar árduos trabalhos nas fazendas do interior ou o açoite de comerciantes e artesãos na capital. No início do século 19, a cidade tornou-se reduto de estudantes de direito, que fizeram poemas sobre a morte e discursos pela liberdade. Depois cheirou a café torrado e a fumaça de chaminé, odores misturados ao suor de imigrantes, camponeses e operários.
Mas, apesar da frenética transformação do pequeno burgo quinhentista em uma das maiores e mais populosas metrópoles do mundo, centro financeiro e comercial da América do Sul, o muro ainda existe, agora invisível. Só quem não quer enxergar vê na capital paulista uma terra em que todos têm direitos e oportunidades iguais.
A esperança de São Paulo é que uma nova geração, liberal em costumes, progressista politicamente, consciente com relação ao meio ambiente e aos direitos sociais e civis, menos arrogante e com uma atuação realmente federalista, consiga emergir com força em meio à decadência quatrocentona, travestida de modernidade ao longo do século 20, que ainda reina.
Se houve melhora na maneira como a administração municipal trata os mais humildes, isso se deve à sua própria mobilização, pressão e luta e não a bondades de supostos iluminados ou da esmola das classes mais abastadas. Até porque os “grandes líderes” naufragam em tempos de chuva e são reduzidos a pó em tempos de seca.
Baseando-me nisso, quero parabenizar São Paulo por todo esse tempo de falsa modernidade, liberdade e igualdade idem e por dar ao resto do país razões para acreditar que todo paulista(no) é preconceituoso (ainda que isso não seja uma verdade absoluta). Desejo que as próximas gerações consigam mudar essa péssima impressão!

Parabéns!
Fragmentos daqui.

#BBB

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Foimauaê galera, mas a Rede Globo consegue se superar no quesito *LIXO PARA OS TELESPECTADORES quando o assunto é BBB e olha que não tem ninguém na frente nesse ranking…
Essa edição resume um monte esse *LIXO.
Será mesmo que a emissora vai conseguir lavar a mente das pessoas com isso? Sinceramente, não sei como nomear essa ofensa à inteligência dos brasileiros.
Agora, por favor me expliquem porque tamanha necessidade de expor corpos perfeitos (ou não) e banalizar o sexo de forma tão ridícula? Não existe nada nesse programa que nos faça pensar, refletir, evoluir… Ah! E só assista se você for maior de 18 anos, porque de tudo tem nessa casa… Uma mistura quase que impossível se fosse em outros tempos.
Além do que, depois do programa rola sempre aqueles ‘ensaios sensuais’, mas só dos bonitinhos, tá? Coitada da gorda hein? Nem esse cachê vai conseguir =[
Uma gaiola, uma jaula, uma nave, um zoológico, um laboratório… Do que eu posso chamar essas pessoas que aceitam o ‘desafio’?
Eu acho que o Pedro Bial tá ganhando MUUUUUUITO bem pra apresentar esse programa, ou então foi hipnotizado, ou então ele é do babado também! Vai saber, né?
Este programa não acrescenta conhecimento algum nem pra quem assiste, nem pra quem participa e o pior é que não existe nenhum tipo de benefício pra população que acorda cedo, ganha mal e trabalha pra caralho.
Gente que come, dorme, dá chilique e ainda acha que tá SE CONHECENDO. Se conheça precisando pagar c conta de água, energia, faculdade ou sem poder ir na praia no sábado porque tem que trabalhar e NÃO SENDO EXPOSTO PRA ISSO.
O pior é que tem todo tipo de gente querendo se aproveitar dessa vida fácil… Inclusive profissionais que se dizem sérios avalizando o brinquedinho global, que aliás, rende vário$ zeros à emissora que deve ganhar umas 20 vezes mais que o prêmio pago (no mínimo).
Mas então, é isso…
Perdoem a minha falta de jeito, mas procurem algo melhor pra fazer. Garanto que qualquer coisa é melhor do que sedimentar o cérebro de vocês com tanta besteira!

E tenho dito!
Bjinhos =*



Nada a declarar.

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Meus queridos, sem nada a declarar, deixo com vocês um vídeo que já não é recente, mas que vale muito a pena ouvir e pensar a respeito.
Curtam!

Bjinhos =*